sábado, 3 de abril de 2010
Luna.
Sombras. Todas ao seu redor enquanto você flutua pelo escuro. Emergindo do gentil apoio dos braços abertos da noite. Trevas, trevas em toda a parte, você se sente sozinha? A sutil carência de gravidade, o grande peso de pedra. Você não vê o que você possui, uma beleza calma e limpa. Inunda o céu e vela a escuridão como um lustre. Toda luz que possui é inclinada por lagos e mares. A superfície fragmentada, tão imperfeita, é tudo o que acredita. Vou trazer um espelho, tão prateado, tão exato. Tão preciso e tão puro, um perfeito painel de vidro. Vou arrumar o espelho de forma que enfrente o céu enegrecido. Você verá sua beleza todo momento que você subir.
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