
Eu permaneço no vão da porta. O despertador gritando. Monstros chamando meu nome. Deixem-me ficar onde o vento vai sussurrar pra mim. Onde as gotas e chuva enquanto caem, contam uma história. No meu campo de flores de papel e doces nuvens de canção de ninar, eu minto dentro de mim mesma durante horas e assisto o céu roxo voar sobre mim. Não digam que estou fora do alcance nesse galopante caos - a realidade. Eu sei bem o que está além do meu sono de refúgio. O pesadelo que eu construí em meu próprio mundo para escapar. Engolida pelo som do meu grito, não posso cessar o medo das noites silênciosas.
Eu anseio pelos sonhos de sono profundo, Deusa da luz imaginária.
Nenhum comentário:
Postar um comentário